Escolas de Arte Japonesas

Culturalizando

A arte japonesa é conhecida pelo ukyo-e, que foi utilizado como inspiração por diversos artistas das vanguardas europeias. Desde Monet até mesmo Vincent Van Gogh usaram essas referências como inspiração para compor suas obras de arte. Devido sua proximidade com a China e a Coreia algumas técnicas artísticas são compartilhadas como a pintura em seda, tecidos, e o papel (que foi desenvolvido na China, Coreia e Japão).

Assim como aconteceu na China, a arte japonesa tem forte inspiração budista. Porém o Japão começa a se afastar da arte chinesa por volta do século IX d.C. Na história da arte japonesa houve diversas escolas artísticas em cada período no Japão. Conheça algumas dessas escolas:

Escola Tosa

A escola Tosa foi fundada pelo pintor japonês Tosa Mitsunobu, esse artista fazia parte de uma família de pintores da corte imperial. Ela foi criada no período Muromachi, entre os séculos XIV e XV. O…

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Johannes Vermeer, o artista da serenidade no meio da confusão

Culturalizando

Johannes Vermeer nasceu no ano de 1632 foi um pintor holandês da movimento artístico do barroco. Vermeer era muito cuidadoso em suas pinturas e utilizava pigmentos coloridos bem caros. Ele era um artista que pintava na maioria das vezes cenas de gênero, ou seja cenas do cotidiano e familiares. O artista tinha a proteção de muitos patrocinadores ricos. Assim como Rembrandt, Johannes Vermeer nunca viajou para fora da Holanda. O pintor faz parte da chamada era de ouro da arte na Holanda.

Vermeer foi mandado por seu pai para a cidade de Amsterdã para que ele aprendesse o ofício de tecelão, o artista ficou hospedado numa casa que ficava numa rua onde morava diversos artistas. Não existe nenhum registro histórico sobre como foi seu treinamento artístico, mas sabe-se que ele se tornou mestre numa guilda de artistas, pintores e escultures, a guilda de São Lucas, no ano de 1643. Alguns…

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ABOUT IFAD ::: Sobre o IFAD

ABOUT IFAD

IFAD is an international financial institution and specialized United Nations agency based in Rome. IFAD invests in the very people most likely to be left behind: poor small-scale producers, women, youth, indigenous peoples and other vulnerable groups. Investing in rural areas promotes prosperity, food security and resilience. Since 1978, IFAD has provided US$22.4 billion in grants and low-interest loans to projects that have reached an estimated 512 million people.

IFAD’s multi-donor Financing Facility for Remittances (FFR) aims to maximize the impact of remittances on development. Through the financing of more than 60 projects in over 40 countries, the FFR is successfully increasing the impact of remittances on development by promoting innovative transfer modalities; supporting financially inclusive mechanisms; enhancing competition; empowering migrants and their families through financial education and inclusion; and encouraging migrant investment and entrepreneurship.

O IFAD é uma instituição financeira internacional e agência especializada das Nações Unidas com sede em Roma. O FIDA investe exatamente nas pessoas com maior probabilidade de ficar para trás: pequenos produtores pobres, mulheres, jovens, povos indígenas e outros grupos vulneráveis. Investir em áreas rurais promove prosperidade, segurança alimentar e resiliência. Desde 1978, o FIDA forneceu US $ 22,4 bilhões em doações e empréstimos a juros baixos para projetos que atingiram cerca de 512 milhões de pessoas.

O Mecanismo de Financiamento de Remessas (FFR) de vários doadores do FIDA visa maximizar o impacto das remessas no desenvolvimento. Por meio do financiamento de mais de 60 projetos em mais de 40 países, o FFR está aumentando com sucesso o impacto das remessas no desenvolvimento, promovendo modalidades de transferência inovadoras; apoiar mecanismos financeiramente inclusivos; aumentar a competição; capacitar migrantes e suas famílias por meio de educação financeira e inclusão; e incentivar o investimento e o empreendedorismo dos migrantes.

Source/Fonte/merits: https://www.gsma.com/mobilefordevelopment/wp-content/uploads/2021/01/GSMA_How-mobile-money-is-scaling-international-remittances-1.pdf 

ÚTIL?

USEFUL? HELPFUL?

No Jardim Zoológico para descobrir os elefantes e rinocerontes que desfilavam em Lisboa — Andarilho

Faz agora 500 anos que um rei gostava de desfilar em Lisboa com vários animais, entre eles, elefantes e rinocerontes. Era um jardim zoológico ambulante. Jardim Zoológico de Lisboa Segundo alguns relatos, o zoo saía apenas algumas vezes à rua, com muita pompa e circunstância. A iniciativa era do rei D. Manuel I que se […] A iniciativa era do rei D. Manuel I que se fazia acompanhar nas ruas de Lisboa por um rinoceronte, quatro elefantes amestrados, um cavalo persa e uma onça, uma oferta do sultão de Ormuz.

No Jardim Zoológico para descobrir os elefantes e rinocerontes que desfilavam em Lisboa — Andarilho


D. Manuel IOs elefantes estariam treinados para borrifarem com água o povo que ia ver o desfile.
No relato de Damião de Góis da Embaixada de el-Rei ao Papa Leão, em 1513, repete-se esta cena, perante o Papa e cardeais, com um elefante branco oferecido por D. Manuel I.

“No trajeto, quando passou pelo Castelo de Santo Ângelo, perante o Papa, que se encontrava numa janela do andar mais baixo, com alguns Cardeais, o Elefante fazendo sua reverência, três vezes, tomou água de uma grande dorna, na tromba, e a lançou, tão alto, que passando por cima da janela do Papa, foi dar às outras onde, por três vezes, borrifou os Cardeais e outros convidados de categoria, e, voltando-se para o povo que o cercava, fez o mesmo. Findas estas e outras cousas que o cornaca indiano lhe ordenara, o Elefante fez nova reverência e seguiu o seu caminho sem o Papa nunca tirar os olhos dele, até desaparecer.”

Nesta embaixada, além de joias, seguiu também a “onça de caça com um cavalo pérsico que lhe mandara o Rei de Ormuz, com um caçador, da mesma província, que trazia a onça sobre as ancas do cavalo, posta sobre uma coberta de tiras de couro, dourada.”

Por sua vez, os elefantes ganharam um forte simbolismo no nosso imaginário como um sinal de robustez.

site_jeronimos_igreja_elefantes_4980Repare-se, por exemplo, nos túmulos do Cardeal D. Henrique e dos filhos de D. Manuel I, no lado esquerdo da Igreja Santa Maria de Belém, nos Jerónimos e, no lado oposto, o túmulo do rei D. Sebastião e dos descendentes de D. João III. Cada uma das estruturas está suspensa em cima de dois elefantes.
Muito parecido é o túmulo de Fernão Telles de Menezes, que viveu no século XVI, (1530–1605) e está no Museu Nacional de História Natural e da Ciência em Lisboa.

O elefante asiático é uma espécie mais pequena e foram muito utilizados os como animais de trabalho, ao contrário dos africanos” Ainda na descrição do Curador de Mamíferos do Jardim Zoológico, “na Índia e na Ásia treinaram-se muito mais elefantes do que em África.

site_zoo_6969Existe imensa informação acerca de cada uma das espécies. Sendo membros das Associação de Zoos temos acesso a uma biblioteca de cerca de um milhar de publicações. O conhecimento que temos aqui sobre reprodução é muito superior aos que estão a trabalhar em habitat natural porque têm acesso limitado aos animais. Organizações como o ACN ou o WWF têm recorrido a pessoas que trabalham em jardim zoológico para obter esse tipo de informação. Estas organizações trabalham em conservação só em habitat natural e nós trabalhamos em conservação só em jardim zoológico. Neste momento estamos a criar equipas conjuntas com a expetativa de conseguirmos resultados muito superiores”.

Get inspired by elephants: Show empathy, taking care of everyone.Inspire-se nos elefantes: Demonstre empatia, importe-se com todos.

Méritos: pensamento positivo com animação
https://tatipressuti.wordpress.com/2020/10/30/inspire-se-nos-elefantes-demonstre-empatia-importe-se-com-todos/

Os elefantes são animais herbívoros, eles podem consumir mais de 100 quilos de alimentos e beber mais de 100 litros de água diariamente. Elefantes vivem em bandos e juntos se deslocam em busca de alimentos. Dentre seus alimentos estão gramas, folhas de árvores, galhos, plantas, ervas, raízes, bambu, frutas, cascas de árvores e pequenos arbustos.

É interessante saber que são inteligentes, curiosos e têm ótima memória; mas acima de tudo que eles são capazes de demonstrar emoções. Estes animais são zelosos em limpar uns aos outros, a família é primordial na vida deles e lamentam a perda por morte. A matriarca, ao envelhecer e perder seu papel de líder, continua sendo respeitada pela manada e apreciada por seus familiares. São animais empáticos com membros de outras manadas e até com outras espécies.

Apesar de serem extremamente cuidadosas com suas crias, todos os elefantes cuidam dos filhotes e os defendem de ataques. Sem contar que auxiliam qualquer indivíduo ferido.

Infelizmente, os seres humanos estão levando estes animais à extinção com seu egoísmo destrutivo. O homem está falhando como guardião e administrador do planeta terra, e cada vez importa-se menos com as necessidades alheias.

O amor de alguns está esfriando até mesmo dentro do âmbito familiar; gerando fofoca, inveja, brigas e por fim o afastamento. Temos que rejeitar qualquer tipo de ódio e intolerância. Enquanto a falta de amor contamina as pessoas, os elefantes continuam demonstrando amor entre si.

Os elefantes geralmente morrem em torno dos 60 anos, logo que perdem seus dentes molares ficando impedidos de se alimentar. Nota-se que os elefantes se retiram para enfrentar a morte sozinhos. Quando outros elefantes se deparam com um deles sem vida, fazem uma inspeção nos ossos e o cobrem com terra e folhagens. Há evidências desses animais entrarem numa fase de luto, assim como nós, passando pela depressão. É possível observar o luto pelo barulho estrondoso que produzem. Depois disso, fazem silêncio seguindo a manada, mantendo certa distância uns dos outros, similar a uma procissão fúnebre.

Devemos refletir se estamos tratando as pessoas como gostaríamos de ser tratados, e corrigir as nossas falhas ao invés de apontar as dos outros. Você compartilha suas experiências com as pessoas mais novas? Costuma ser um bom ouvinte? Não basta ser atencioso com os conhecidos ou pessoas com as quais tem afinidade, e ignorar os necessitados e os que possuem crenças diferentes das suas.

Cuidar do outro significa cuidar de si mesmo, colaborando para o desenvolvimento de uma sociedade humana melhor. Sendo assim, busquemos ter um convívio harmônico optando por espalhar o bem, com amor no coração.

Get inspired by elephants: Show empathy, taking care of everyone.

Elephants are herbivorous animals, they can consume more than 200 pounds of food and drink more than 100 liters of water a day. Elephants live in herds and move around together in search of food. They eat things like grasses, tree leaves, twigs, plants, herbs, roots, bamboo, fruits, tree bark and small shrubs.

It is interesting to know that they are intelligent, curious and have a good memory; but above all they experience many of the same emotions as people do. They are zealous about keeping each other clean, they are close to their family and mourn their dead. The oldest matriarch elephant continues to be respected and considered valuable after leaving its leadership. These animals can feel empathy towards members of different herds and even other species.

Elephant babies follow their mothers everywhere they go, being taught, protected and encouraged by these elephant moms. Despite of that, all member of the herd takes care of the cubs and defend them from predators. Not to mention that they help any injured individual.

Unfortunately, humans are driving these animals to extinction because of their destructive selfishness. Men have failed to protect the environment and render assistance to those in need.

The amount of love being expressed is reducing even among close family members, generating gossip, envy and conflicts that damage the core of family relationships. We must reject hate and intolerance of any kind. While a lack of love contaminates people, elephants continue to show love for each other.

Elephants usually die at around 60 years old when they lose their molars teeth making them unable to eat. It is noted that the elephants go off into the forest to die alone. The other elephants cover dead ones with soil and vegetation after inspecting the bones. There is evidence that elephants grieve like us, getting through depression. It is possible to observe period of mourning among elephants as they make a loud rumbling noise. After that, they make silence following the herd, keeping a certain distance from each other like a funeral procession.

We should reflect on the way we treat others and try to understand how they feel instead of judging them. Do you usually share your experiences with young ones? Do you consider yourself a good listener?  It’s not enough to give attention to those who holds the same opinions as you, but you should also give attention to those who holds very different beliefs than you do.

Take care of others means take care of yourself as well, it is a way to collaborate in developing a better human society. We should seek for a harmonious society by setting our hearts on doing good.

pensamento positivo com animação

Os elefantes são animais herbívoros, eles podem consumir mais de 100 quilos de alimentos e beber mais de 100 litros de água diariamente. Elefantes vivem em bandos e juntos se deslocam em busca de alimentos. Dentre seus alimentos estão gramas, folhas de árvores, galhos, plantas, ervas, raízes, bambu, frutas, cascas de árvores e pequenos arbustos.

É interessante saber que são inteligentes, curiosos e têm ótima memória; mas acima de tudo que eles são capazes de demonstrar emoções. Estes animais são zelosos em limpar uns aos outros, a família é primordial na vida deles e lamentam a perda por morte. A matriarca, ao envelhecer e perder seu papel de líder, continua sendo respeitada pela manada e apreciada por seus familiares. São animais empáticos com membros de outras manadas e até com outras espécies.

Os bebês-elefante seguem as mães por toda a parte; e são ensinados, incentivados e protegidos por estas elefantas…

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O que não é meditação | 11 equívocos

Olhar Budista

O seguinte texto é um trecho do livro “A Meditação da Plena Atenção” de Ven. Bhante Henepola Gunaratana, e é escrito exclusivamente sob o ponto de vista da meditação budista Vipassana. No geral, estes equívocos também se aplicam a outros métodos de meditação budista, mas eventualmente um ou outro aspeto pode não estar em acordo.

Existem inúmeros conceitos errados sobre meditação. Periodicamente surgem aqui e ali e os iniciantes sempre repetem as mesmas questões. É melhor falar delas já, porque são preconceitos que podem atrapalhar seu progresso. Vamos examinar esses conceitos errados um por um e dissolvê-los.

Equívoco 1:
Meditação é apenas uma técnica de relaxamento.

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Investing in Health to reduce poverty (Part 2):. Investir na saúde para reduzir a pobreza

Aumentar os recursos financeiros afetos à saúde deve ser uma prioridade.

Sem dinheiro para adquirir fármacos, para construir e equipar instalações, para contratar o pessoal adequado, para gerir os sistemas de saúde e para aumentar o investimento noutros sectores importantes para a saúde, os países com rendimentos baixos não terão capacidade para cumprir os ODS/SDGs relacionados com a Saúde. Para tanto é preciso que aumentem as dotações orçamentais dos países parceiros e que cresça substancialmente o apoio externo à saúde. É mais provável que as agências para o desenvolvimento consigam mobilizar recursos suplementares para apoiar os objectivos da saúde em benefício dos pobres nos casos em que (i) exista uma clara vontade política por parte do país parceiro em definir e levar à prática uma estratégia de redução da pobreza e um programa abrangente no sector da saúde; (ii) estejam a ser feitos esforços sérios para mobilizar os recursos nacionais, (iii) haja empenho em gerir os recursos com mais eficiência, e (iv) os principais interessados tenham oportunidade de participar no planeamento, gestão e distribuição das intervenções. Em países com debilidades em termos de políticas públicas, instituições e governação, o maior apoio possível à saúde e outros serviços básicos será essencial para proteger os pobres e os vulneráveis.

Apoiar sistemas de saúde favoráveis aos pobres. Uma abordagem que favoreça a saúde dos pobres dará prioridade à promoção, protecção e melhoria da saúde destas pessoas, incluindo a prestação de serviços de qualidade nos cuidados desaúde pública e pessoais, com mecanismos financeiros justos – essenciais para melhorar a saúde e impedir a espiral descendente que conduz da saúde fraca à pobreza. As agências para o desenvolvimento devem ajudar os países parceiros a desenvolver os sistemas de saúde em benefíciodos pobres, reforçando a capacidade local em vários domínios.

Reforçar a capacidade do sector público para desempenhar as suas funções essenciais de legislador, regulador, comprador e prestador de serviços de saúde é fundamental para desenvolver e implantar sistemas de saúde favoráveis aos pobres. Além disso é necessária uma forte capacidade institucional e organizativa para acompanhar a aplicação dos recursos e melhorar as estratégias de recursos humanos. Estas questões fundamentais ultrapassam o âmbito estrito do ministério da saúde e espelham a necessidade de propor reformas no sector da saúde, no contexto de reformas mais amplas da governação.

É prioritário criar serviços nos sectores público e privado que tenham boa qualidade e capacidade para satisfazer as necessidades e exigências das pessoas pobres, centrados em doenças – como a malária, a tuberculose e o HIV/SIDA – que afectam de maneira desproporcionada os pobres,bem como na saúde reprodutiva e nas doenças não transmissíveis (como as ligadas ao tabaco), cujopeso para os pobres é muito significativo. Esta abordagem deve ser complementada por meio deestratégias orientadas que vão ao encontro dos grupos pobres e vulneráveis e por medidas que estimulem a procura dos serviços de saúde e reforcem a responsabilização dos serviços de saúde face às comunidades pobres. Para que estes objectivos sejam cumpridos, durante o processo de planeamento e de execução é preciso ouvir as vozes dos pobres e também das organizações não-governamentais (ONG) e das organizações da sociedade civil.

É fundamental melhorar as parcerias com o sector privado. As pessoas pobres recorrem com muita frequência aos serviços prestados pelo sector privado, com ou sem fins lucrativos (ONGs e confissões religiosas). Há muitos países em desenvolvimento onde o sector público não tem capacidade para disponibilizar à totalidade da população os serviços de saúde requeridos, nem de garantir que os serviços de saúde prestados pelo sector privado promovam objectivos de saúde favoráveis aos pobres. O tipo de parceria que os governos podem desenvolver com os fornecedores privados irá variar segundo os parceiros e as suas forças e qualidades relativas. Os governos podem optar por subcontratar determinados serviços às ONG, ou tentar melhorar a qualidade dos serviços prestados pelo sector privado com fins lucrativos. Esta opção política exige que o governo reforce a sua capacidade de regulação, contratação e supervisão.

Os sistemas de financiamento equitativo da saúde são um componente essencial para melhorar o acesso aos cuidados de saúde e para proteger os pobres do custo catastrófico representado pelos problemas de saúde. Este objectivo exige estratégias de protecção social eficazes que desenvolvam sistemas de partilha de riscos e de pré-pagamento e ponham de lado o ultrapassado pagamento de “taxas moderadoras” nos cuidados de saúde primários, que dissuadem as pessoas pobres de recorrer a eles.

Increasing the financial resources allocated to health should be a priority.
Without money to buy drugs, to build and equip facilities, to hire the right staff, to manage health systems and to increase investment in other sectors important to health, low-income countries will not be able to meet the SDGs / SDGs related to health. To this end, it is necessary to increase budget allocations in partner countries and substantially increase external support to health. Development agencies are more likely to be able to mobilize additional resources to support health objectives for the benefit of the poor in cases where (i) there is a clear political will on the part of the partner country to define and implement a reduction strategy poverty and a comprehensive health sector program; (ii) serious efforts are being made to mobilize national resources, (iii) efforts are made to manage resources more efficiently, and (iv) key stakeholders have the opportunity to participate in the planning, management and distribution of interventions. In countries with weaknesses in terms of public policies, institutions and governance, the greatest possible support for health and other basic services will be essential to protect the poor and the vulnerable.

Support pro-poor health systems. An approach that favors the health of the poor will give priority to the promotion, protection and improvement of the health of these people, including the provision of quality services in public and personal health care, with fair financial mechanisms - essential to improve health and prevent the downward spiral. leading from poor health to poverty. Development agencies should help partner countries to develop health systems at poor benefits, strengthening local capacity in several areas.
It is a priority to create services in the public and private sectors that are of good quality and capable of meeting the needs and requirements of poor people, focused on diseases - such as malaria, tuberculosis and HIV / AIDS - that disproportionately affect the poor, as well as as in reproductive health and noncommunicable diseases (such as those related to tobacco), cujopeso for the poor is very significant. This approach must be complemented by targeted strategies that target poor and vulnerable groups and by measures that stimulate demand for health services and reinforce the accountability of health services to poor communities. For these objectives to be met, during the planning and implementation process, it is necessary to hear the voices of the poor and also of non-governmental organizations (NGOs) and civil society organizations.

It is essential to improve partnerships with the private sector. Poor people often resort to services provided by the private sector, whether for profit or not (NGOs and religious denominations). There are many developing countries where the public sector is unable to provide the required health services to the entire population, or to ensure that health services provided by the private sector promote health goals that are favorable to the poor. The type of partnership that governments can develop with private suppliers will vary depending on the partners and their relative strengths and qualities. Governments can choose to subcontract certain services to NGOs, or try to improve the quality of services provided by the private sector for profit. This political option requires the government to strengthen its capacity for regulation, contracting and supervision. 

Equitable health financing systems are an essential component to improve access to health care and to protect the poor from the catastrophic cost of health problems. This objective calls for effective social protection strategies that develop risk-sharing and prepayment systems and put aside the outdated payment of “out-of-pocket fees” in primary health care, which deter poor people from using them.

Source/merits: As publicações e as sínteses da OCDE estão disponíveis na livraria em linha da OCDE no website www.oecd.org/bookshop/ 

Investir na saúde para reduzir a pobreza Investing in Health to reduce poverty (Part 1):.

Investir na saúde para reduzir a pobreza

O tema da saúde tem hoje a prioridade política mais elevada de sempre a nível internacional e o interesse pela saúde das pessoas pobres está a transformar-se numa questão essencial do desenvolvimento. Com efeito, três dos Objectivos de Desenvolvimento para o Milénio (ODM) – que exigem a redução da mortalidade infantil, da mortalidade materna e da proliferação do HIV/SIDA,malária e tuberculose – implicam melhorias sanitárias até 2030. Os países do mundo acordaram que beneficiar do mais elevado padrão de saúde possível é um dos direitos fundamentais de cada ser humano, sem distinção de raça, religião, orientação política e condição económica ou social. Além do valor intrínseco da saúde para cada pessoa, este factor é também fundamental para o desenvolvimento humano global e para a redução da pobreza.

Os pobres têm pior saúde e morrem mais cedo. Entre os pobres, a mortalidade infantil e materna são superiores à média, os níveis de doença são mais elevados e o acesso aos cuidados de saúde e à proteção social é mais limitado. A desigualdade entre sexos prejudica ainda mais a saúde das mulheres e das raparigas pobres. Especialmente para as pessoas pobres, a saúde é também um bem económico de importância decisiva, já que dela depende a sua sobrevivência. Quando as pessoas pobres ficam doentes ou feridas, todo o agregado familiar pode ver-se arrastado para uma espiral descendente de perda de rendimento e aumento dos custos de saúde. O investimento na saúde é cada vez mais reconhecido como meio importante de desenvolvimento económico e condição prévia para que os países em desenvolvimento – e sobretudo as pessoas pobres que neles vivem – consigam sair do ciclo da pobreza. Uma boa saúde contribui para o desenvolvimento de várias maneiras: aumenta a produtividade laboral, o sucesso educativo e o investimento e promove a transição demográfica. As razões que, em termos humanos e económicos, justificam o investimento na saúde surgem reflectidas no crescente consenso quanto à importância de uma agenda alargada para melhorar a saúde dos pobres.

Investing in health to reduce poverty
The issue of health today has the highest political priority ever at the international level and interest in the health of poor people is becoming an essential development issue. In fact, three of the Millennium Development Goals (MDGs/now Sustainable Development Goals SDGs) - which demand a reduction in child mortality, maternal mortality and the proliferation of HIV / AIDS, malaria and tuberculosis - imply health improvements by 2030. The countries of the world have agreed that benefiting from the highest possible standard of health is one of the fundamental rights of every human being, regardless of race, religion, political orientation and economic or social condition. In addition to the intrinsic value of health for each person, this factor is also fundamental to global human development and poverty reduction.

The poor are in poor health and die earlier. Among the poor, infant and maternal mortality are higher than average, disease levels are higher, and access to health care and social protection is more limited. Gender inequality further damages the health of poor women and girls. Especially for poor people, health is also an economic asset of decisive importance, since survival depends on it. When poor people become ill or injured, the entire household can be dragged into a downward spiral of loss of income and rising health care costs.
Investment in health is increasingly recognized as an important means of economic development and a precondition for developing countries - and especially the poor people who live in them - to escape the cycle of poverty. Good health contributes to development in several ways: it increases labor productivity, educational success and investment and promotes demographic transition. The reasons that, in human and economic terms, justify investment in health are reflected in the growing consensus on the importance of a broad agenda to improve the health of the poor.

Source/merits: As publicações e as sínteses da OCDE estão disponíveis na livraria em linha da OCDE no website http://www.oecd.org/bookshop/

Drops & grains :. Pingos e grãos

“When a drop of water falls into the ocean, when a grain of dust falls to land, the drop of water is no longer a drop of water, it becomes the Ocean, and the grain of dust becomes the Entire land. ” – Eihei Dogen

“Quando uma gota d’água cai no oceano, quando um grão de pó cai na terra, a gota d’água já não é mais uma gota d’água, torna-se o Oceano, e o grão de poeira torna-se a Terra inteira.” – Eihei Dogen

“Não deixe uma pequena disputa ferir uma grande amizade” – Dalai Lama

“Don’t let a little dispute hurt a great friendship ”- Dalai Lama